Posts com a tag ‘amor’

30

jan

2012

O que é o amor?

Por Tati Aoki – Comente

Estou lendo sobre isso no livro “Rodas da Vida”, de Anodea Judith. O livro fala sobre conexão corpo/mente por meio dos chacras ou pontos energéticos. E o quarto chacra é o do amor, que fica, claro, no coração.

São dezenas de páginas dedicadas a exercícios que ativam o chacra, como os de respiração. Em essência, isso significa que o quarto chacra é uma das principais comunicações com o mundo externo, isto é, é a troca de ar e de sentimentos com o outro.

Porém…O que é o amor? A indústria cultural nos remete ao amor apaixonado entre duas pessoas, romântico e tal. Mas será que é isso mesmo? E o amor a uma causa, amor-próprio, amor aos amigos e, por que não, ao seu trabalho? Eles também existem e devem ser lembrados.

Penso que o amor é uma das maiores forças do ser humano, por isso a famosa frase “Deus é amor.” Por amor a gente perde o medo, o sono, sente uma força inesgotável, mas que dificilmente ultrapassa o limite do corpo físico. Ou seja, o amor pleno é incondicional, quase onipotente, mas sabe os limites. É equilibrado – o corpo e mente em conexão plena. Quando isso não ocorre, cuidado – provavelmente é a cilada da paixão: volátil, atraente e perigosa como o fogo.

Mesmo lendo em diversos dicionários o termo “amor”, o significado continua um mistério -  tanto pelo uso inapropriado por parte de segmentos da indústria cultural (principalmente cinema, músicas e novelas), quanto pela confusão generalizada entre amor e paixão.

A paixão pode trazer infelicidade aos outros. O amor, não.

14

dez

2010

Facebook, Redes Sociais e o Amor

Por Tati Aoki – 1 Comentário

Ontem à noite, assisti a Rede Social, de David Fincher, sobre o Facebook. Ouvi críticas positivas e negativas e, embora este blog não seja dedicado à sétima arte, não posso negar que o filme me tocou bastante, sobretudo no final.

O filme transparece que, no final das contas, tudo que Mark Zuckerberg fez, pelo bem e pelo mal, foi por amor. Sim, o amor, que nos faz perder a noção de horas, de não cansar de virar noites em frente ao computador, que nos faz tirar o sono, a fome e o frio. Tudo isso fez Mark construir o maior site de relacionamentos do planeta em pouco tempo.

Quando sentimos amor por algo ou alguém, qualquer “tempo perdido” dedicado àquilo parece crucial em nossas vidas. Não achamos legal perder tempo no trânsito, mas ele fica legal se isso te permite ouvir uma música que lembra alguém que você ama.

Amor é genuíno, infantil. Não perde a inocência, te faz correr atrás sem pensar direito, te faz perder noites escrevendo, falando, programando.

O Facebook é reflexo do amor humano. Mas será que estamos aplicando nosso amor corretamente, para os fins que realmente devemos para nos emancipar? Cada um que pense por si só…

Ps: li uma frase de uma garota que faleceu em um acidente de trânsito (ossos do ofício), que diz: “a gente se apaixona várias vezes, mas só ama uma vez.”