26

ago

2012

Teste Natureba: pra quê serve o suplemento Chlorella?

Por Tatiana Aoki em Alimento, Corpo, Saúde

Pastilhas de Chlorella da Anew

Muitas doenças crônicas são consequência de um desequilíbrio no organismo como um todo. E, para reequilibrar o organismo, homeopatas e a medicina preventiva recomendam a ingestão de suplementos naturais, em vez de ir direto para remédios alopáticos.
A Chlorella é um suplemento composto somente por algas e, por consequência, o gosto das pastilhas são iguais a alga, ou seja, têm gosto de nori (idêntico ao gosto da casquinha verde do sushi).

Nunca havia feito suplementação na idade adulta, e minha homeopata recomendou que eu tomasse Chlorella para reequilibrar meu organismo – que tem a tendência a ser ácido. Sempre tive aftas e, por anos, consumi muitos laticínios, o que me rendeu um organismo com PH mais ácido do que básico.

Benefícios da Chlorella

Chlorella Anew: embalagens grande e pequena

Comecei a tomar as pastilhas dos laboratórios Panizza. O preço do pote é razoável – em torno de 30 reais – 50 pastilhas. Mas, por recomendação da homeopata, passei a tomar as pastilhas de Chlorella da Anew, uma marca de produtos naturais. O preço é bem mais salgado, mas valeu a pena: em pouco tempo, senti meu organismo mais equilibrado.

No meu caso, tomo 12 pastilhas por dia, e o farei durante seis meses, até sentir o PH do meu organismo menos ácido. Mas a Chlorella, por si só, não faz milagres: parei também de comer laticínios e diminuí os doces (minha paixão).

Mas, como o suplemento é caro e sou a favor de alimentos como os verdadeiros suplementos, vou tomar somente durante o tempo determinado. Depois, pretendo retomar minha alimentação normalmente.

Dúvidas sobre a Chlorella? Pergunte nos comentários!

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30

mar

2012

Meditação: como fazer?

Por Tatiana Aoki em Corpo, Pensar

Comecei a meditar (de novo) há pouco menos de três semanas. E os progressos são claros: sono mais tranquilo e ininterrupto, mais tranqüilidade e, o melhor benefício de todos: saber que sua mente pode parar e viver o agora.

Sempre achei normal ter uma mente que vagava pra lá e pra cá em pensamentos e também conviver com alguns mais intermitentes, outros menos. Afinal, eles sempre estavam lá, fazendo uma dança na minha cabeça.

Os únicos momentos em que não pensava em nada era ouvindo música, dançando, andando de bicicleta, trabalhando, escrevendo ou fazendo ioga. Nem dormindo eu parava de pensar, porque pegava no sono ainda burilando pensamentos.

Hoje, vi que é plenamente possível viver sem ter esses pensamentos, ainda que seja uma tarefa muito difícil.

O que é meditar?

Meditar não tem nada de misticismo – no Oriente, a prática da meditação é conhecida há milhares de anos. E a importância é simplificada da seguinte forma: assim como lavamos nosso corpo, meditar é como lavar a mente da enxurrada de pensamentos que nos tomam no dia-a-dia.

Ainda falta muito para eu conseguir dizer os benefícios reais da prática – estudos indicam que as mudanças cerebrais se dão, em média, após dois meses de meditação diária.

Como meditar?

Cada um encontra um jeito melhor de meditar. Eu medito todos os dias, de manhã (em jejum) e à noite, por 20 minutos. Sento, fico de olhos fechados e acompanho minha respiração. Às vezes sinto apenas um minuto de atenção plena em meio a uma enxurrada de pensamentos que vão e vêm. Às vezes, entro em estado meditativo por mais tempo. Mas, ao menos, consigo detectar quando a meditação acontece.

Admito também que, às vezes, a rotina nos devora a tal ponto que não conseguimos ter a disciplina de meditar. Já deixei de fazê-lo por cerca de três vezes, por preguiça, cansaço ou pressa.

O pior é saber o quanto de idiotices pensamos o tempo todo, e ver como você se apega a assuntos irrelevantes. No meu caso, o pior é tirar as músicas da cabeça – já me peguei com músicas de infância e outras que jamais lembraria em outro estado que não o de meditação.

Ainda falta muito para me considerar alguém que medita. Contudo, já sinto os progressos, que se ampliarão se conseguir realizar os 5 Ds, conforme li no livro “Iniciação ao Yoga”, de José Hermógenes: dedicação, decisão, disciplina, discernimento e devoção.

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7

dez

2011

To give or to receive?

Por Tatiana Aoki em Holística, Mente, Pensar

From the movie Lost in Translation (2003)

Artists and famous people are used to say that they have no privacy and so on. But in the other hand, they are also the ones that love the flashlights from paparazzi whenever they can. So, in some way, eveyone wants to be found, like it is said in Lost in Translation.

This makes me think that the fact that you are not forgotten and not anonymous makes you feel part of the world. And then, Mark Zuckerberg created Facebook, probably thinking that anonymous people wanted to be a celebrity, even if it is only between their 500 friends.

And everyone exposes their best phrases, bodies, pictures, songs, videos. Yeah, we want everyone to Like your life, even if it is miserable after turning off the computer – which is becoming even more difficult now, because people tend to not disconnect at all after Smartphone and their check-ins in Foursquare or Facebook Places.

So, the feeling of emptiness, of the absence of Likes, makes us seeing our reality that, maybe, we are having the same disease as the 15-minute celebrities: we want to be exposed in any circumstance – well, it would be ideal if it is just in our beautiful pictures, trips and clever phrases collected somewhere in the web.

That is why we feel so empty. We gave too much of ourselves into things that are not going to make us a better person. We have this Western tendency to give feelings, emotions, like everyone would like to receive it. Maybe they want, but you do not need to give what you do not have – if you don’t have any inner love, how could you share it? Someone would say the love is the meaning of life. But if you don’t have it, what can you do? Pretend that you have and make a huge effort to expose on social media again?

Maybe it is time to protect ourselves from being exposed, because it can be too late, and we will be acting like the 15-minute celebrity – if we are not already acting like that.

Save some of yourself to give your best from those who really deserves your best.

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7

set

2011

“You are a 29-year-old teenager”

Por Tatiana Aoki em Corpo, Mente, Pensar

Natalie Portman in Closer

This post will be in English as I promised a friend from Taiwan that I met in Recife.

Talking with people from all over the world is one of the most rewarding things that a human being could do to change their principles and dogmas. Specially when we talk with eastern people, which has practically an opposite culture from the western, we realize that our Jewish-Christian philosophy is not the only way to think.

And me, as a half Japanese, tend to suffer from the straight forward western thought to the holistic and Zen thoughts from the eastern.

Let me explain. I spent long, long hours talking to this guy from Taiwan about lots of things and that ended up with one of my favorite subjects – the connection between mind and body, the theme of this blog.

He told me that I talk as a mature women, but act as a…Teenager. Well, I tried to understand what does that mean, because I just cannot understand what exactly do I do to have this both sides inside me.

“I don’t know what do you do, but that is my impression”, he explained.

I passed the rest of the trip in Recife thinking about it, and in my last night in the hostel, a French guy told me exactly the opposite:

“You look like a young girl, but act as a mature women. I could tell you that you have around 29 years old”

I did not feel mad or anything, just got even more intrigued, because three months ago, an old women asked me if I was 14 years old (without talking to me, just by looking).

So, what exactly do you do unintentionally that makes other people create an image about you?

Considering the people’s comments, am I a 29-year-old teenager? It just let me think that, maybe, we are not the way that we think regarding our behavior in society.

Flying back to São Paulo, I sort of understood why some people tend to misunderstood our age and so on (which happens with almost everyone I know): the way I was behaving in the airplane showed one of my teenager-side that I might try to hide, but it ends up appearing in public: lying in a narrow airplane seat, wearing sneakers, jeans and hugging a sweater, I felt asleep as a 29-year-old teenager.

By the way, I am 25 year old.



A movie that reminds me this post is Closer. Natalie Portman is, in the same movie, a sexy woman, a sad girl and a shy teenager – this picture is from a scene that she is in the airport coming back to U.S., totally different from the stripper she used to be.


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18

jan

2011

Receita de Pão integral saudável

Por Tatiana Aoki em Alimento

Depois de muitos pedidos, coloco aqui a receita do pão que faço desde 2008. Depois que inventei a receita, nunca mais comprei pão na padaria.

O pão é como uma ração humana, mas com gosto de pão. Você come no café da manhã e não vai sentir um pingo de fome até a hora do almoço. Garantido!

Pão integral da Tati Aoki

Ingredientes
2 xícaras de farinha branca
2 xícaras de mistura integral *
2 tabletes de fermento biológico
1 xícara de água morna
1 colher (sopa) azeite
Sal e açúcar a gosto

* pode variar, mas a minha mistura atual é essa: farinha integral (1 xícara)  e a outra xícara é uma mistura de linhaça + amaranto + aveia + quinua + farinha de soja + levedo de cerveja + colágeno + Agar Agar
(tudo comprado na Zona Cerealista, perto do Mercado Municipal, em São Paulo)

Modo de preparo
Misture os ingredientes secos em uma tigela. Dissolva os fermentos na água morna e misture até formar um líquido homogêneo. Acrescente a água com fermento à mistura de farinhas e sove até formar uma massa de pão. Sove de 5 a 15 minutos (quanto mais sovar, mais a massa cresce). Coloque um pano úmido por cima da massa e deixe descansar, em um local fechado, por cerca de 2 horas. Depois, coloque a massa na forma de pão e asse em forno pré-aquecido (180 graus) por 30 minutos.

Rende bastante, e não estraga se você deixar na geladeira. Minha mãe aderiu e também não come mais outro pão que não o nosso (a gente reveza, e ela faz também).

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