Posts da categoria ‘Corpo’

14

jan

2014

Alimentação: 10 dicas para emagrecer mudando pequenos hábitos

Por Tatiana Aoki – 7.471 Comentários

Achei essa imagem super fofa. Fonte: http://benpikaisyouhou.net/

Um dos assuntos que mais me pedem dicas é sobre alimentação, saúde e bem-estar – temas da minha pesquisa de mestrado. Vou compilar 10  que podem te ajudar a ter hábitos mais saudáveis. São dicas que podem ser adotadas no cotidiano. Vamos lá:

1)   Coma devagar.

Acho difícil comer devagar. Comer devagar é fazer cada refeição por, em média, 20 minutos. O ideal seria 30 minutos.

2)   Cronometre o tempo que você leva para fazer cada refeição.

Na primeira vez que cronometrei minha refeição descobri que comia um prato em apenas 9 minutos. Hoje, tento fazer uma refeição em 15 minutos quando como sozinha. Quando estou acompanhada acho mais fácil comer devagar, simplesmente porque há espaço para a comunhão – a refeição é, em si, algo social.

3)   Mastigue os alimentos.

Não precisa mastigar 60 vezes cada garfada. Mas, mastigue mesmo cada alimento. Saboreie. Em nossa rotina louca, a coisa mais difícil é focar no que estamos comendo – quanto mais em nossa mastigação. Faça o teste.

4)   Não coma lendo, vendo TV e, principalmente, não coma mexendo no celular.

O que mais reparo hoje em dia são pessoas comendo enquanto usam o Facebook e Whatsapp (isso é um tópico para minha outra função, já que trabalho com mídias sociais). Hora de comer é hora de comer, ponto.

5)   Evite os alimentos artificiais.

Sim, aquela comida dita light, diet ou glúten free pode ser igual ou pior do que a coxinha frita do boteco da esquina. Isso porque esses alimentos “funcionais” frequentemente são repletos de conservantes, corantes, adoçantes e outras substâncias absolutamente irreconhecíveis. A medicina ainda não sabe os efeitos de longo prazo do uso abusivo destas substâncias.

6)   Quer comer um doce? Coma um que valha a pena.

O crime capital de 80% das mulheres são os doces. Se você sabe que não vai adiantar cortá-los da dieta, coma aqueles que você mais gosta e saboreie mesmo. Você gosta de chocolate? Coma dois gominhos de chocolate depois do almoço daquela doceria que você curte. E pronto. Gosta de cookies? Coma uma unidade grande ou duas pequenas e segure a onda. Não compre doces em grandes quantidades só porque estava barato.

7)   Cozinhe os alimentos engordativos para saber como são feitos.

Eu não curto muito cozinhar, mas, sei fazer todos os meus pratos e alimentos favoritos – engordativos ou não. Gosto de pão e sei que engorda – logo, faço meu próprio pão e tento incrementá-lo para ficar mais saudável. Vamos dizer que você ama cheesecake. Tente fazer um dia: dá trabalho e é bem gorduroso. Depois que fiz meu cheesecake, lembro de como foi feito e que não é tão leve quanto parece.

8)   Café da manhã: a refeição mais importante.

No período da manhã, você pode comer uma refeição substanciosa pelos seguintes motivos:

-       Não vai morrer de fome no almoço;

-       Vai gastar essa energia ao longo do dia;

-       Seu corpo normalmente não está tão condicionado a fatores externos (como estresse, ansiedade) e pedirá os alimentos certos para o seu corpo.

Essa é a minha refeição favorita e como tudo que necessito: pão integral caseiro, queijo ou pasta de tofu caseira, banana, castanhas, café com leite desnatado. Também evito doces pela manhã, acho que contamina o resto do dia comendo uma besteira aos 5 minutos do primeiro tempo.

9)   Álcool: evite sempre que puder.

Se tem uma coisa que engorda sem você perceber, essa coisa é o álcool. Além de engordar por si só, quando você bebe fica menos crítico e come o que vier pela frente: a porção de batatas fritas, o provolone à milanesa, um pacote inteiro de amendoim. E, depois de tudo, sente fome e come um baita sanduíche. Aí sua dieta dificilmente vai engrenar.

10)   O que estou sentindo é fome?

Parece bobagem, mas, muitas vezes, confundimos fome com preguiça, sono, ansiedade, nervosismo, tédio e sede. Antes de pegar o pacote de bolacha, pare e pense: estou com fome mesmo? Comeria uma maçã ou um ovo cozido em vez desse pacote de bolacha? Quando sinto a fome disfarçada – normalmente quando estou com tédio – tomo água ou chá verde.

Bom, essas foram minhas primeiras 10 dicas de alimentação. Semana que vem posto dicas de exercícios físicos. Comentários? Dúvidas?

26

ago

2012

Teste Natureba: pra quê serve o suplemento Chlorella?

Por Tatiana Aoki – 13.489 Comentários

Pastilhas de Chlorella da Anew

Muitas doenças crônicas são consequência de um desequilíbrio no organismo como um todo. E, para reequilibrar o organismo, homeopatas e a medicina preventiva recomendam a ingestão de suplementos naturais, em vez de ir direto para remédios alopáticos.
A Chlorella é um suplemento composto somente por algas e, por consequência, o gosto das pastilhas são iguais a alga, ou seja, têm gosto de nori (idêntico ao gosto da casquinha verde do sushi).

Nunca havia feito suplementação na idade adulta, e minha homeopata recomendou que eu tomasse Chlorella para reequilibrar meu organismo – que tem a tendência a ser ácido. Sempre tive aftas e, por anos, consumi muitos laticínios, o que me rendeu um organismo com PH mais ácido do que básico.

Benefícios da Chlorella

Chlorella Anew: embalagens grande e pequena

Comecei a tomar as pastilhas dos laboratórios Panizza. O preço do pote é razoável – em torno de 30 reais – 50 pastilhas. Mas, por recomendação da homeopata, passei a tomar as pastilhas de Chlorella da Anew, uma marca de produtos naturais. O preço é bem mais salgado, mas valeu a pena: em pouco tempo, senti meu organismo mais equilibrado.

No meu caso, tomo 12 pastilhas por dia, e o farei durante seis meses, até sentir o PH do meu organismo menos ácido. Mas a Chlorella, por si só, não faz milagres: parei também de comer laticínios e diminuí os doces (minha paixão).

Mas, como o suplemento é caro e sou a favor de alimentos como os verdadeiros suplementos, vou tomar somente durante o tempo determinado. Depois, pretendo retomar minha alimentação normalmente.

Dúvidas sobre a Chlorella? Pergunte nos comentários!

30

mar

2012

Meditação: como fazer?

Por Tatiana Aoki – 13.424 Comentários

Comecei a meditar (de novo) há pouco menos de três semanas. E os progressos são claros: sono mais tranquilo e ininterrupto, mais tranqüilidade e, o melhor benefício de todos: saber que sua mente pode parar e viver o agora.

Sempre achei normal ter uma mente que vagava pra lá e pra cá em pensamentos e também conviver com alguns mais intermitentes, outros menos. Afinal, eles sempre estavam lá, fazendo uma dança na minha cabeça.

Os únicos momentos em que não pensava em nada era ouvindo música, dançando, andando de bicicleta, trabalhando, escrevendo ou fazendo ioga. Nem dormindo eu parava de pensar, porque pegava no sono ainda burilando pensamentos.

Hoje, vi que é plenamente possível viver sem ter esses pensamentos, ainda que seja uma tarefa muito difícil.

O que é meditar?

Meditar não tem nada de misticismo – no Oriente, a prática da meditação é conhecida há milhares de anos. E a importância é simplificada da seguinte forma: assim como lavamos nosso corpo, meditar é como lavar a mente da enxurrada de pensamentos que nos tomam no dia-a-dia.

Ainda falta muito para eu conseguir dizer os benefícios reais da prática – estudos indicam que as mudanças cerebrais se dão, em média, após dois meses de meditação diária.

Como meditar?

Cada um encontra um jeito melhor de meditar. Eu medito todos os dias, de manhã (em jejum) e à noite, por 20 minutos. Sento, fico de olhos fechados e acompanho minha respiração. Às vezes sinto apenas um minuto de atenção plena em meio a uma enxurrada de pensamentos que vão e vêm. Às vezes, entro em estado meditativo por mais tempo. Mas, ao menos, consigo detectar quando a meditação acontece.

Admito também que, às vezes, a rotina nos devora a tal ponto que não conseguimos ter a disciplina de meditar. Já deixei de fazê-lo por cerca de três vezes, por preguiça, cansaço ou pressa.

O pior é saber o quanto de idiotices pensamos o tempo todo, e ver como você se apega a assuntos irrelevantes. No meu caso, o pior é tirar as músicas da cabeça – já me peguei com músicas de infância e outras que jamais lembraria em outro estado que não o de meditação.

Ainda falta muito para me considerar alguém que medita. Contudo, já sinto os progressos, que se ampliarão se conseguir realizar os 5 Ds, conforme li no livro “Iniciação ao Yoga”, de José Hermógenes: dedicação, decisão, disciplina, discernimento e devoção.

7

set

2011

“You are a 29-year-old teenager”

Por Tatiana Aoki – Comente

Natalie Portman in Closer

This post will be in English as I promised a friend from Taiwan that I met in Recife.

Talking with people from all over the world is one of the most rewarding things that a human being could do to change their principles and dogmas. Specially when we talk with eastern people, which has practically an opposite culture from the western, we realize that our Jewish-Christian philosophy is not the only way to think.

And me, as a half Japanese, tend to suffer from the straight forward western thought to the holistic and Zen thoughts from the eastern.

Let me explain. I spent long, long hours talking to this guy from Taiwan about lots of things and that ended up with one of my favorite subjects – the connection between mind and body, the theme of this blog.

He told me that I talk as a mature women, but act as a…Teenager. Well, I tried to understand what does that mean, because I just cannot understand what exactly do I do to have this both sides inside me.

“I don’t know what do you do, but that is my impression”, he explained.

I passed the rest of the trip in Recife thinking about it, and in my last night in the hostel, a French guy told me exactly the opposite:

“You look like a young girl, but act as a mature women. I could tell you that you have around 29 years old”

I did not feel mad or anything, just got even more intrigued, because three months ago, an old women asked me if I was 14 years old (without talking to me, just by looking).

So, what exactly do you do unintentionally that makes other people create an image about you?

Considering the people’s comments, am I a 29-year-old teenager? It just let me think that, maybe, we are not the way that we think regarding our behavior in society.

Flying back to São Paulo, I sort of understood why some people tend to misunderstood our age and so on (which happens with almost everyone I know): the way I was behaving in the airplane showed one of my teenager-side that I might try to hide, but it ends up appearing in public: lying in a narrow airplane seat, wearing sneakers, jeans and hugging a sweater, I felt asleep as a 29-year-old teenager.

By the way, I am 25 year old.



A movie that reminds me this post is Closer. Natalie Portman is, in the same movie, a sexy woman, a sad girl and a shy teenager – this picture is from a scene that she is in the airport coming back to U.S., totally different from the stripper she used to be.